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25 OBRAS PARA ENTENDER A IDADE MÉDIA

Atualizado: 10 de abr. de 2023



A Idade média é de certa forma um dos períodos históricos mais importantes da humanidade, porém em pleno século XXI é erroneamente associada como "Idade das Trevas", termo adotado pelos humanistas do século XVII, aonde generalizaram toda a civilização da Europa do século IV ao século XV como um tempo de ruína e flagelo.


Esta ideologia de obscuridade das trevas é resultado de fatos e acontecimentos negativos ocorridos no longo período da Idade Média, tais como, as guerras, as invasões bárbaras, as crises da agricultura, as epidemias, a imposição da Igreja, a inquisição em relação aos hereges, a centralização da economia restrita aos feudos, as desigualdades sociais, dentre outros aspectos, mas que não justificam criar uma terminologia pejorativa para uma gigante e envolvente civilização que em contraste com esse lado negativo muito criou, muito inventou e muito desenvolveu, lembrando que o período medieval é o carro chefe da historiografia contemporânea.


Pensando nisso, a História Medieval selecionou 25 obras sobre a Idade Média que você deve ler, para compreender que de "Trevas" esse período não teve nada.





A Sociedade Feudal

Marc Bloch


Nesta obra pioneira e monumental, Marc Bloch - um dos mais renomados historiadores do século XX - extrapola os limites alcançados pelos estudos medievalistas e desvenda o que está além das instituições e dos poderes político, jurídico e religioso:


  • o feudalismo como força viva;

  • o homem, a partir de seu modo de viver e de pensar;

  • os principais traços da civilização europeia entre a metade do século IX e o início do século XIII.

Adotando um enfoque interdisciplinar, o autor supera os limites das abordagens restritas ao estudo técnico e cumpre seu objetivo de decompor a estrutura da sociedade feudal - desde as origens e a natureza do feudo, passando pelas relações familiares e as relações de dependência, seus rituais, hábitos e costumes sociais - e desnudar o percurso que conduziu as sociedades feudais ao que viriam a se tornar os Estados-nação.


Bloch significou um verdadeiro tour de force para a escrita histórica. Nesta obra, expressa com clareza o teor de sua contribuição para a história medieval, a variedade de fontes empregada em seus estudos e o rigor de sua análise.


Modelo que permanece ainda hoje amplamente utilizado por historiadores e pesquisadores das novas gerações




História da Ásia

Emiliano Unzer


A Ásia, de Carachi a Tóquio, de Jacarta a Pequim, hoje se encontra no cerne da ordem internacional do século 21. Dos primórdios dos tempos do vale do Indo e do Rio Amarelo, da grandiosidade dos templos de Meenakshi Amman em Madurai, dos relatos de viajantes como Faxian, Xuanzang e Zheng He, dos frutos dos escritos de Buda, dos épicos hindus, da arte muçulmana e tibetana, das linhas de Confúcio e seus seguidores, da fatídica chegada de Vasco da Gama em Calicute diante do impassível império mogol.


A Ásia guarda, em seu passado, a imensa complexidade civilizacional, desde a China das dinastias Tang (618-907) e Song (960 - 1279), do Império Khmer no Camboja (802 - 1431), da Índia dos Guptas (320-550) e dos Cholas (século 4º d.C.-1279) e dos Srivijayas (650 - 1377) no Sudeste Asiático. Testemunhamos o produto dessa complexidade política e cultural do passado ao nos assombrarmos diante do complexo de templos de Angkor perto de Siem Reap, do Taj Mahal em Agra, do monumento budista de Borobudur em Yogyakarta, do Castelo de Himeiji em Hyogo e da Grande Muralha ao norte de Pequim. O passado asiático constitui um repositório da grandeza humana e hoje, antes que nunca, cabe-nos refletirmos sobre a sua complexa e caleidoscópica história.




Código de um cavaleiro

Ethan Hawke


"Um guia para viver uma vida correta e nobre." Hawke escreve um conto medieval emocionante sobre ética. Uma leitura fácil e agradável, perfeita para todas as gerações."Publishers WeeklyUm cavaleiro, temendo não retornar da batalha, escreve uma carta para os filhos na tentativa de deixar um registro do que aprendeu durante a vida. Em uma série de reflexões sobre solidão, humildade, perdão, honestidade, coragem, graça, orgulho e paciência, ele se baseia nos ensinamentos das antigas filosofias oriental e ocidental e nos grandes escritos espirituais e políticos da história humana. Seu objetivo não é simples: dar a seus filhos uma bússola para uma jornada que terão que fazer sozinhos, um pequeno guia sobre o que dá sentido e beleza à vida.




Joan of Arc: By Herself and Her Witnesses

Regine Pernoud


Usando documentos históricos e traduzidos por Régine Pernoud, Joana d'Arc busca responder às perguntas feitas tanto por seus contemporâneos quanto por nós: Quem era ela? De onde veio ela? Qual foi sua vida e suas façanhas? Publicado pela primeira vez nos Estados Unidos em 1966 por Stein e Day, este livro revela a Joan histórica, descrita em documentos contemporâneos por seus aliados e também por seus inimigos.






Vikings: A história definitiva dos povos do norte

Neil Price


Os maiores guerreiros de todos os tempos Entre os séculos XVII e o XI, a Era dos Vikings viu uma expansão sem precedentes dos povos escandinavos. Como comerciantes e invasores, exploradores e colonos, eles foram da Europa para a América do Norte e Ásia. Eram os maiores e mais temidos guerreiros do mundo. Mas, durante anos, tiveram sua história contada de forma distorcida por escritores medievais, historiadores vitorianos e até pelos nazistas que tentaram se apropriar de uma herança “branca” e escravocrata. Muito mais que bárbaros, eram curiosos e criativos e tiveram uma enorme importância na tecnologia marítima e na construção de cidades. Eles exportaram novas ideias para as terras e os povos que encontraram. Com base nas últimas evidências arqueológicas e textuais, o livro Vikings conta a história definitiva dos povos do norte em seus próprios termos: sua política, sua cosmologia e religião. Neil Price narra em detalhes o dia-a-dia desses homens e mulheres que inspiraram aventureiros e imperadores – na vida real e em filmes.





The Templars: Knights of Christ

Regine Pernoud


Por séculos, historiadores e romancistas retrataram os Cavaleiros Templários como vilões avaros e sedentos de poder. Indignado com as discrepâncias entre fato e fantasia, Pernoud traça um retrato diferente desses guerreiros cristãos.





Idade Média o que não nos ensinaram

Regine Pernoud


Cada livro traz novas informações em nossas vidas. Lendo um livro, nossas vidas mudam. Vale a pena conhecer coisas novas lendo. Não hesite. Comece agora mesmo e tudo ficará mais bonito, mais interessante.




Templários: Ascensão e queda dos guerreiros sagrados de Deus

Dan Jones


Os templários já foram personagens de inúmeras obras de ficção, filmes e programas de televisão, apresentados como heróis, mártires, assassinos, valentões, vítimas, criminosos, pervertidos, hereges, subversivos e depravados, guardiões do Santo Graal, protetores da linhagem sanguínea de Cristo e agentes viajantes no tempo de uma conspiração global. No campo da história “popular” existe um manancial de fantasias sobre “os mistérios dos templários” – sugerindo sua participação em algum plano atemporal para esconder os segredos sujos do cristianismo, insinuando que a ordem medieval ainda continua em ação, manipulando o mundo como vultos nas sombras. Às vezes isso é muito divertido. Mas não tem nada a ver com os templários reais. Este livro pretende contar a história de como eram os templários, não como as lendas os adornaram desde então.






O Nome da Rosa

Umberto Eco


É impossível pensar em O nome da rosa sem considerar seu extraordinário sucesso global, tanto para a crítica quanto para o público. Trata-se de um desses raros fenômenos editoriais, um best-seller literário que transcende as fronteiras linguísticas. Este é o primeiro romance de Umberto Eco, um dos mais importantes teóricos da comunicação de massa na atualidade. O autor utiliza um roteiro policial, no estilo de Conan Doyle, que se desenvolve na última semana de novembro de 1327, em um mosteiro franciscano da Itália medieval.


Neste mosteiro, paira a suspeita de heresia, e para a investigação, é enviado o frei Guilherme de Baskerville. Porém a delicada missão é interrompida por sete excêntricos assassinatos. A morte, em circunstâncias insólitas, de sete monges em sete dias e noites guia uma narrativa violenta, que encanta pelo seu caráter de humor e crueldade, malícia e sedição erótica. Esses crimes fazem frei Guilherme atuar como um detetive. Ele busca prova, decifra símbolos secretos e manuscritos em códigos e trabalha arduamente no misterioso labirinto do mosteiro onde eventos extraordinários ocorrem durante a madrugada.Um espetacular sucesso, O nome da rosa não é apenas uma narrativa de investigação de crimes, mas também uma fascinante crônica sobre a Idade Média.




The Medieval Dominicans: Books, Buildings, Music, and Liturgy

Eleanor Giraud, Christian Leitmeir


A Ordem dos Pregadores é famosa por criar alguns dos mais importantes intelectuais da Idade Média. Embora as conquistas dominicanas em teologia, filosofia, línguas, direito e ciências tenham atraído muito interesse acadêmico, seu envolvimento significativo com a liturgia, as artes visuais e a música permanece relativamente inexplorado. Esses aspectos e suas múltiplas interconexões formam o ponto focal deste volume interdisciplinar. Os diferentes capítulos examinam como os primeiros dominicanos se posicionaram e interagiram com suas comunidades locais, de onde retiraram suas influências e que impacto a nova ordem teve em vários aspectos da vida medieval. Os contribuintes deste volume abordam questões tão diversas como a confecção e ilustração de livros, serviços para um rei, a disposição do espaço litúrgico, a criação de novas liturgias, e um tratado de música feito na República Dominicana. Ao fazer isso, eles procuram lançar luz sobre as ações e interações dos dominicanos medievais nos primeiros séculos de existência da Ordem.




Homens e mulheres da Idade Média

Jacques Le Goff


Homens e mulheres da Idade Média, livro coletivo organizado por Jacques Le Goff, apresenta um panorama com 112 de seus personagens mais notórios, cujos perfis traçados não se limitam a resumir a vida e a exaltar os feitos dos retratados, mas mostrá-los como testemunhas da época em que viveram. Homens e mulheres da Idade Média está dividido em cinco partes. A primeira abarca o período entre a Antiguidade tardia e a alta Idade Média, cujo personagem central é Carlos Magno, sagrado imperador pelo papa e que assume a missão de submeter os bárbaros à civilização romana. A morte de Carlos Magno é o que principia a segunda parte, indo até ao ano 1000, momento em que se afirma a cristandade. A terceira enfoca a fase mais luminosa da Idade Média, não por acaso intitulada na obra como "o apogeu medieval", quando as cidades aceleraram o desenvolvimento urbano, e as universidades cresciam com a participação dos teólogos. A quarta parte é intitulada "Perturbações e mutações", ao enfocar o período de transição rumo ao Renascimento, quando pipocam as revoltas campesinas conhecidas por jacqueries, e também algumas movimentações que, de certa forma, anunciam a Reforma protestante vindoura. Para encerrar, há o capítulo sobre "Personagens imaginários", em que são evocadas figuras míticas como a da Virgem Maria, a do rei Arthur, a de Robin Hood e a de Satã.




Filosofia medieval

A. S. Mc Grade


A Filosofia Medieval constitui um dos períodos mais instigantes da história da filosofia. Abrange um milênio de pensamento. De Agostinho a Tomás de Aquino, inclui pensadores do Ocidente Latino, e também pensadores islâmicos e judeus, como Avicena e Maimônides. Os problemas filosóficos e o vigor do pensamento que esse longo período medieval abriga são valiosos. Os preconceitos caem quando se descobre a densidade da reflexão. Esse volume possibilita o leitor adentrar as discussões medievais, podendo avaliar por si próprio os motivos que instigaram essas discussões, bem como a ousadia, sutileza, e rigor analítico com que foram conduzidas. A obra é enriquecida com tabelas cronológicas, biografias dos maiores pensadores e um guia para a transmissão e tradução de textos medievais. É uma obra de grande valia para enriquecer toda biblioteca de qualidade.




A Idade Média e o dinheiro: Ensaio de uma antropologia histórica

Jacques Le Goff


A proposta que Le Goff nos oferece neste livro é de uma originalidade ímpar: não há nenhum estudo semelhante sobre o papel do dinheiro na Idade Média, visando ao grande público. O autor mostra como, numa sociedade dominada pela religião, o cristianismo ensinou aos cristãos a atitude que deveriam adotar ante o dinheiro e que uso fazer dele. E de que forma isso interferiu diretamente nas relações entre as pessoas no período, quando o valor da moeda teve um grande retrocesso: as imagens que representam o dinheiro são sempre pejorativas e tendem a impressionar, levando as pessoas a temerem seu uso.




SPQR: Uma história da Roma antiga

Mary Beard


Um dos livros mais importantes sobre Roma Antiga que existe Cobrindo mil anos da história romana, SPQR revela em detalhes como Roma cresceu de uma vila insignificante na Itália Central para se tornar a primeira potência global. A inglesa Mary Beard, professora de Cambridge e autora de vários bestsellers, vive há mais de 30 anos pesquisando o Império Romano. A partir de inúmeras leituras, estudos de arqueologia e de documentos escritos em pedras e papiros, ela faz uma análise eloquente dessa história e mostra o que os romanos pensavam sobre si mesmos e suas realizações. SPQR é a abreviação que os próprios romanos adotaram para o seu Estado: “Senatus Populus Que Romanus”, ou “Senado e o Povo de Roma”.


Neste livro, Beard detalha como foi formada a identidade e a cidadania romana e mostra porque essa cultura ainda influencia o mundo no século XXI. Com mais de 100 ilustrações e inúmeros mapas, SPQR ficou mais de um ano em listas de best-sellers nos Estados Unidos e na Europa. “Mary Beard explica o que foi o império romano de maneira clara e precisa, com paixão e sem jargões técnicos. SPQR é uma história cruel, mas contada de uma forma maravilhosamente instigante”. WALL STREET JOURNAL “Magistral. Um caso exemplar de história popularizada, de leitura envolvente, mas sem simpli cação excessiva, que oferece uma visão abrangente e também detalhes íntimos que dão vida ao passado distante”. ECONOMIST “Beard revela os segredos do sucesso da cidade de Roma com uma clareza resoluta e impiedosa que eu não vi igualada em nenhum outro lugar”. e New York Times “Se contassem com Mary Beard a seu lado naquela época, os romanos ainda teriam seu império”. DAILY MAI.





A civilização do Ocidente Medieval

Jacques Le Goff


Traduzido para mais de vinte idiomas, este livro é o breviário indispensável para quem deseja familiarizar-se com a Idade Média. Pois, entre a lenda escura de uma "idade das trevas" e a lenda áurea de um "belo período" medieval, há a realidade de um mundo de monges, clérigos, guerreiros, camponeses, artesãos, comerciantes que oscilam entre violência e aspiração à paz, fé e revolta, fome e expansão.





Islamismo: história, cultura e geopolítica

Emílio Sarde Neto


Além de ser uma das religiões mais antigas da atualidade, o islamismo é também a que mais ganha adeptos ao redor do mundo – apresentando, a cada ano, uma representatividade cada vez maior tanto no Oriente, quanto no Ocidente. Surgido na Península Arábica, o islamismo está intrinsicamente ligado a diversos aspectos fundamentais da evolução histórica dessa região, de modo que seria impossível realizar qualquer tipo de estudo ou observação sobre o Oriente Médio sem também levar em conta o desenvolvimento dessa religião. Assim, nesta obra, buscamos explorar as bases da religião islâmica e seu papel na contemporaneidade.




O Deus da idade média

Jacques Le Goff


A história de Deus na Idade Média contada pelo renomado historiador Jacques Le Goff. Como se constituiu o mundo divino dos cristãos da Europa ocidental na Idade Média? E como os homens e as mulheres dessa época imaginavam Deus? Que relacionamento mantinham com Ele?Em O deus da idade média, Jacques Le Goff, a partir de uma entrevista desenvolvida com o historiador e jornalista Jean-Luc Pouthier, empreende uma verdadeira “história de Deus”, abordado aqui em suas representações divinas por meio da Igreja - principal poder dominante da sociedade feudal -, instituições políticas, arte, cultura, dogmas, crenças e práticas dos homens e das mulheres.




Os Intelectuais na Idade Média

Jacques Le Goff


“Capítulo fundamental da história medieval, este livro feito de limpidez, sutilezas e erudição apresenta ao leitor um autor fundamental, íntimo dos arquivos, hábil em criticar os documentos, ágil em interpretar seus silêncios, enérgico em revelar suas contradições. Passando com maestria da longa duração dos fatos pontuais, do material ao espiritual, Jacques Le Goff explica a história dos intelectuais medievais. Mas ele também confirma seu papel e seu lugar dentre os maiores intelectuais de nosso tempo.” - Mary Del Priore.




Powers and Thrones: A New History of the Middle Ages

Dan Jones


Quando a outrora poderosa cidade de Roma foi saqueada pelos bárbaros em 410 e ficou em ruínas, isso sinalizou o fim de uma era - e o início de mil anos de profunda transformação. Em uma narrativa emocionante repleta de grandes nomes - de Santo Agostinho e Átila, o Huno ao Profeta Muhammad e Eleanor da Aquitânia - Dan Jones percorre a história da Idade Média. Powers and Thrones leva os leitores a uma viagem por uma Europa emergente, as grandes capitais da Antiguidade tardia, bem como as cidades influentes do Ocidente islâmico e culmina nas primeiras viagens europeias às Américas.


O mundo medieval foi forjado pelas grandes forças que ainda hoje nos ocupam: mudanças climáticas, doenças pandêmicas, migração em massa e revoluções tecnológicas. Essa foi a época em que as grandes nacionalidades europeias foram formadas; quando os sistemas ocidentais básicos de lei e governança foram codificados; quando as igrejas cristãs amadureceram como instituições poderosas e reguladoras da moralidade pública ocidental; e quando a arte, a arquitetura, a investigação filosófica e a invenção científica passaram por períodos de mudanças massivas e revolucionárias.


O Ocidente foi reconstruído sobre as ruínas de um império e saiu de um estado de crise e colapso para dominar o mundo. Cada esfera da vida e atividade humana foi transformada nos mil anos cobertos por Poderes e Tronos. Enquanto enfrentamos um ponto crítico em nosso próprio milênio, Dan Jones mostra que a forma como chegamos aqui é mais importante do que nunca.




Para uma outra Idade Média: Tempo, trabalho e cultura no Ocidente

Jacques Le Goff


Através dos três domínios essenciais da história - o tempo, o trabalho e a cultura -, Jaques Le Goff, um dos mestres da nova história, conduz uma pesquisa em que se aliam a história e a etnologia, em que a Idade Média se torna o lugar de uma antropologia histórica do Ocidente



O outono da Idade Média

Johan Huizinga


O outono da Idade Média é um dos grandes clássicos da história cultural. Aqui, o medievo é visto na plenitude de seus contrastes, distante do lugar-comum segundo o qual não passaria de uma transição letárgica entre a Antiguidade e o Renascimento.


Neste estudo, o historiador holandês Johan Huizinga utilizou métodos e fontes pouco usuais em sua época para mostrar a vida medieval em sua expressão cultural, artística e religiosa, assim como seus modos de sentir felicidade, sofrimento e afeto. Entre o passado e o futuro de uma ciência fundada sobre alicerces vacilantes, Huizinga trabalha com as tensões permanentes associadas ao desejo simultâneo de compreender e narrar um período tão rico de nossa história.





The Cambridge History of the Byzantine Empire C.500-1492

Jonathan Shepard


Bizâncio durou mil anos, governada até o fim pelos autoproclamados "imperadores dos romanos". Ele passou por mudanças territoriais e estruturais caleidoscópicas, mas se recuperou repetidamente do desastre: mesmo depois que a quase inexpugnável Constantinopla caiu em 1204, formas variantes do império se reconstituíram. A História de Cambridge do Império Bizantino c.500-1492 conta a história, traçando eventos políticos e militares, controvérsias religiosas e mudanças econômicas.


Ele oferece capítulos claros e autorizados sobre os principais eventos e períodos, com capítulos mais detalhados sobre as regiões periféricas e sociedades vizinhas e poderes de Bizâncio. Com ajudas como mapas, um glossário, uma tabela alternativa de nomes de lugares e referências a traduções em inglês de fontes, será valioso como uma introdução. No entanto, também oferece novas abordagens estimulantes e descobertas importantes, tornando-se uma leitura essencial para pós-graduados e especialistas. A edição de brochura revisada contém um novo prefácio do editor e oferecerá um companheiro inestimável para os cursos de pesquisa na história bizantina.





The Inquisition: A History From Beginning to End

Hourly History


A Inquisição Católica Romana foi uma das organizações mais controversas da história da humanidade. Embora tenha sido pintada de forma negativa, a Inquisição era muito ampla em seu escopo para ser definida simplesmente como boa ou má. Foi um período em que o conflito e o derramamento de sangue eram inevitáveis. Foi uma época em que guerra, fome, peste e pobreza eram fatores comuns da vida humana. De 1180 a 1830, a Inquisição foi o braço judicial da Igreja Católica. Criada para erradicar e punir os hereges dentro da fé católica, a Inquisição se tornou uma instituição que gravaria seu nome na história.

Lá dentro você vai ler sobre...

  • A Concepção da Inquisição

  • O Martelo das Bruxas

  • A Inquisição Espanhola

  • A Inquisição Portuguesa

  • A Inquisição Romana

  • Tons da Inquisição na Sociedade Moderna




Os Vikings: Narrativas da violência na Idade Média

Leandro Duarte Rust


Um livro sobre história da violência. Percorrendo as narrativas latinas a respeito do contato com os vikings ao longo do século IX, estas páginas miram questões historicamente abrangentes: por que a violência, sobre a qual paira a suspeita de ser errática e ocorrer como força cega, surge e ressurge como resultado de uma lógica específica? Concretamente, o que era essa lógica? Resultava de que relações, decorria de que causas, acarretava que consequências? Como derramamento de sangue, torturas, conflitos e guerras envolvendo vikings eram inscritos no conjunto das experiências cotidianas? Em termos ainda mais concisos: o que foi a violência viking no Ocidente medieval? (Trecho da obra)





Medieval Woman: Village Life in the Middle

Ann Baer


Um ano na vida de uma camponesa na Inglaterra medieval é vividamente evocado neste extraordinário retrato de Marion, a esposa de um carpinteiro, e sua extensa família. Com base em anos de pesquisa, Ann Baer traz à vida a realidade de um mundo que se perdeu. Levantando-se antes do amanhecer em um pequeno vilarejo para um dia de árduo trabalho, Marion e seu marido enfrentam a luta diária pela sobrevivência. A fome nunca está longe e viajar para a próxima aldeia é virtualmente inédito. Existindo sem sabão, papel ou vidro e com apenas as ferramentas mais básicas, doenças, incêndios e desastres naturais sempre ameaçam engolfar a comunidade pequena e unida. À mercê do clima e do Senhor da Mansão, ambos igualmente imprevisíveis e inevitáveis, a vida de Marion é pesada, mas também exibe uma dignidade e coragem admiráveis ​​em face da adversidade. A pequena aldeia está em harmonia com o mundo natural ao seu redor e cada membro tem um papel a desempenhar e um lugar na hierarquia. Pessoas simples, que vivem vidas não registradas em aldeias remotas e não estão a caminho de qualquer lugar, são trazidas de volta ao foco em Mulher Medieval. Ann Baer define e celebra a mulher no coração da comunidade.

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