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Imperatriz Teodora
A história de Teodora desafia quase tudo o que se espera de uma imperatriz do século VI. Em um mundo em que a legitimidade política era cuidadosamente encenada por genealogias, hierarquias sociais e códigos morais rígidos, ela emerge das camadas mais estigmatizadas do entretenimento urbano de Constantinopla — o universo de atrizes, mímicas e facções do hipódromo — e chega ao centro do poder como Augusta, parceira de Justiniano I.

História Medieval
29 de dez. de 202513 min de leitura


Justiniano I
Poucos soberanos do Mediterrâneo tardo-antigo concentraram tanta ambição em um único reinado quanto Justiniano I. Ele tentou fazer, do século VI, um retorno consciente à grandeza romana: reconquistar províncias perdidas no Ocidente, unificar a fé do império, reorganizar o direito e erguer, em Constantinopla, uma capital que parecesse não apenas herdeira, mas continuação de Roma.

História Medieval
27 de dez. de 202510 min de leitura


Carlos Magno
Carlos Magno foi filho de Pepino, o Breve, e de Berta/Bertrada, tradicionalmente conhecida como Bertrada de Laon. Pepino não era apenas um nobre poderoso: ele foi o homem que consolidou a virada dinástica que levou os carolíngios ao trono franco. Antes de ser rei, Pepino já exercia o poder efetivo como “prefeito do palácio”, posição que, na prática, comandava a máquina militar, a corte e as redes aristocráticas do reino.

História Medieval
16 de dez. de 202523 min de leitura


Natal na Idade Média
Quando se fala em “Natal na Idade Média”, é essencial compreender que essa celebração não surge no interior do mundo medieval, mas é herdada diretamente da Antiguidade Tardia, entre os séculos IV e V. A Idade Média não cria o Natal; ela o recebe como tradição litúrgica já consolidada e o transforma profundamente, tanto no plano espiritual quanto no cultural.

História Medieval
8 de dez. de 202540 min de leitura


Misticismo e Esoterismo na Idade Média
O misticismo na Idade Média não é um fenômeno isolado, marginal ou restrito a monges excepcionais. Ele é o próprio tecido mental da época. Para o homem medieval, o mundo não era um conjunto de objetos neutros regidos por leis independentes da experiência humana. O cosmos era vivo, permeado por significados, sinais, potências invisíveis, influências angélicas e sombras demoníacas. Cada pedra, cada estrela, cada planta e cada gesto continha uma dimensão simbólica que participav

História Medieval
29 de nov. de 202527 min de leitura


Como era o dia de um Rei na Idade Média?
Ser rei na Idade Média não significava apenas governar. Significava corporalizar o próprio reino. O soberano medieval era simultaneamente homem e instituição, carne e símbolo. Era um corpo biológico — vulnerável, sujeito a doenças, ao cansaço e à morte — mas também um corpo político, eterno, que não desaparecia com a morte física.

História Medieval
22 de nov. de 202524 min de leitura
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